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Reunião da OCDE termina sem acordo sobre excedente de aço

Representantes dos grandes produtores mundiais de aço não chegaram a um acordo sobre o excedente de aço existente no mundo em reunião da OCDE realizada na semana passada em Bruxelas. A China fez um pesado trabalho para que as discussões sobre saídas para a siderurgia não avançassem. Os subsídios dados à produção siderúrgica chinesa tornam […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h55 - Publicado em 25 abr 2016, 08h05
Siderurgia: sem perspectivas para sair da crise

Siderurgia: sem perspectivas para sair da crise

Representantes dos grandes produtores mundiais de aço não chegaram a um acordo sobre o excedente de aço existente no mundo em reunião da OCDE realizada na semana passada em Bruxelas.

A China fez um pesado trabalho para que as discussões sobre saídas para a siderurgia não avançassem. Os subsídios dados à produção siderúrgica chinesa tornam quase impossível competir.

O presidente-executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, saiu da reunião da OCDE com a percepção de que perdeu-se uma grande oportunidade.

No final de 2015, o excedente mundial estava em 700 milhões de toneladas e, de acordo com as estimativas coletadas por Lopes na reunião, haverá um aumento de 15% em 2016.

Tudo isso transforma o Congresso Brasileiro do Aço — que acontece nos dias 8 e 9 de junho de 2016 em São Paulo — no palco para discussão desse e de outros problemas enfrentados pelo setor do aço no Brasil e no mundo, a fim de que soluções sejam encontradas para que a indústria produtora desse insumo saia da crise.

(ATUALIZAÇÃO: Ao contrário do que foi informado, a expectativa para 2016 é que o excedente de aço seja 15% maior, passando de 700 toneladas para 800 toneladas ao final do ano)

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