Clique e assine a partir de 9,90/mês
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Presidente da comissão da Previdência já votou em Lula, Dilma e Haddad

Marcelo Ramos (PR-AM) foi da juventude do PCdoB e atuou junto com Lindbergh Farias e Orlando Silva; oposição gostou da sua escolha

Por Evandro Éboli - Atualizado em 25 abr 2019, 19h40 - Publicado em 25 abr 2019, 19h35

Nem a oposição entende bem como o deputado Marcelo Ramos (PR-AM) foi parar na presidência da comissão especial da reforma da Previdência. É que ele tem um passado ligado à esquerda.

No movimento estudantil foi da UJS, ligada ao PCdoB, partido que esteve filiado por dezessete anos. Já votou em Lula, Dilma e Fernando Haddad para presidente. Em 89, foi de Mário Covas no primeiro turno; ano passado, foi de Ciro. No segundo, “fui contra Bolsonaro”. Diz ele.

“Fui cooptado pelo PCdoB, mas hoje não combina mais com a minha forma de ver o mundo”.

Tem propósitos ambiciosos.

Continua após a publicidade

“Tracei um planejamento estratégico. Gosto de discursar todo dia no plenário, estar nas comissões e meu objetivo é falta zero”.

E posições firmes e sem medo de falar.

“Meu trabalho é de moderador e magistrado. De falar com a oposição e o PSL. Teve uma hora que a CCJ ficou completamente sem comando. E fiquei com essa ideia da moderação, de propor o diálogo”.

Publicidade