Paulo Freire bomba na Bienal
Paulo Freire foi o segundo mais vendido no estande do Grupo Editorial Record
Não foram apenas os livros LGBTQI que se beneficiaram da lógica do falem mal, mas falem de mim na Bienal do Livro.
Alvo constante de patrulhas conservadoras, Paulo Freire foi o segundo mais vendido no estande do Grupo Editorial Record entre os autores de não-ficção, superando Olavo de Carvalho.
O primeiro lugar ficou com o historiador Luiz Antonio Simas, que está lançando ‘O corpo encantado das ruas’ pela Civilização Brasileira.
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