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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Os motivos para a prisão preventiva dos irmãos da Avianca

Dupla ficará em regime domiciliar, com monitoramento eletrônico a partir de tornozeleira por causa da pandemia de coronavírus

Por Robson Bonin - Atualizado em 19 ago 2020, 12h50 - Publicado em 19 ago 2020, 12h36

As ordens de prisão preventiva expedidas pela Lava-Jato nesta quarta contra os irmãos Germán e José Efromovich, donos do Estaleiro Ilha (Eisa) e sócios na Avianca Holdings, foram amparadas no “risco de fuga e a possibilidade de dissipação patrimonial” por parte dos investigados.

“A pluralidade de contas e valores ainda desconhecidos das autoridades brasileiras mantidos pelos dois investigados no exterior, utilizados para a prática criminosa reiterada, evidencia a contemporaneidade que justifica a prisão”, diz a juíza substituta Gabriela Hardt na decisão.

“Ademais, Germán possui outras nacionalidades (polonesa, boliviana e colombiana) e os dois irmãos possuem residências, imóveis, recursos e empresas no exterior, bem como realizam viagem internacionais com frequência, tudo a indicar possibilidade concreta de fuga e posterior abrigo noutros países”, segue a juíza.

A preventiva dos irmãos da Avianca foi convertida em prisão domiciliar por causa da pandemia de coronavírus.

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