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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Operação elefante branco

São muitas as armas dos novos estádios construídos distantes dos grandes centros para atrair os clubes da Série A. Terminada a Copa, arenas como da Amazônia e Pantanal criaram duas políticas de preços – uma com renda fixa e outra variável. No primeiro caso, um time pode faturar, dependendo da negociação, entre 400 000 a […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 03h14 - Publicado em 22 ago 2014, 13h32
amazonia

Políticas de preços diferentes

São muitas as armas dos novos estádios construídos distantes dos grandes centros para atrair os clubes da Série A. Terminada a Copa, arenas como da Amazônia e Pantanal criaram duas políticas de preços – uma com renda fixa e outra variável.

No primeiro caso, um time pode faturar, dependendo da negociação, entre 400 000 a 700 000 reais qualquer que seja o público do jogo. A bilheteria, portanto, fica com os donos do estádio.

Se apostar em um público alto, o clube negocia receber um percentual da renda – que tem variado entre 30% a 50%.

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