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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O que pode derrubar Ernesto Araújo do Itamaraty

Enquanto persegue o 'comunavírus', chanceler abre espaço para que certos governadores brilhem nas relações exteriores

Por Robson Bonin, Mariana Muniz - Atualizado em 3 jul 2020, 11h16 - Publicado em 3 jul 2020, 06h00

Ernesto Araújo já trombou com o mundo árabe e transformou o Itamaraty numa casa hostil à China. Tereza Cristina e Paulo Guedes cansaram de reclamar do ministro, mas — veja que ironia — é João Doria que poderá levar à queda o “peso morto” do Itamaraty.

O avanço de São Paulo na atração de investimentos árabes e chineses, enquanto o Planalto pena, caiu na conta de Araújo no palácio. “Isso fez o presidente acordar. Enquanto Araújo ataca o ‘comunavírus’, o Doria faz a festa lá fora”, diz um auxiliar presidencial.

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