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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O poder de fogo da delação de Joel Malucelli

Acordo de delação firmado com o MPF e com o Gaeco do Paraná é chamado de 'delação do fim do mundo' para a política paranaense

Por Robson Bonin Atualizado em 12 jun 2020, 20h56 - Publicado em 14 jun 2020, 16h24

Negociada com o MPF e o Gaeco em Curitiba, a delação do empresário Joel Malucelli, um dos mais ricos do país, reúne pecados investigados ao longo de três diferentes operações policiais contra a corrupção no estado.

É chamada, por quem teve contato com os anexos, de a delação do fim do mundo no Paraná. Políticos de diferentes correntes e servidores públicos de diferentes órgãos estão nas revelações do empresário.

Na semana passada, o Radar mostrou que João Bittencourt, braço-direito do empresário, também entregou esqueletos de políticos. Em um dos anexos, ele fala da gestão de Beto Richa e revela ter acertado no gabinete do governador uma compensação para que a empreiteira de Malucelli não atrapalhasse a Odebrecht numa licitação.

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