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O culto da discórdia no Palácio do Planalto

A possível realização de um culto no auditório do Palácio do Planalto detonou uma gigantesca confusão entre servidores dos diferentes órgãos ligados à Presidência nesta manhã. Na mensagem divulgada na rede interna do Planalto, a Secretaria-Geral comunicou realização do “Culto da Glória de Deus”, no dia 23 de setembro, entre 12h e 14h, no auditório […]

Por Da Redação - Atualizado em 20 fev 2017, 10h40 - Publicado em 20 set 2011, 16h16

A possível realização de um culto no auditório do Palácio do Planalto detonou uma gigantesca confusão entre servidores dos diferentes órgãos ligados à Presidência nesta manhã.

Na mensagem divulgada na rede interna do Planalto, a Secretaria-Geral comunicou realização do “Culto da Glória de Deus”, no dia 23 de setembro, entre 12h e 14h, no auditório do Anexo I do Planalto. Destacava o texto:

– Serão compartilhados a palavra de Deus e orações pelo nosso país e governantes.

Tão logo caiu nas milhares de caixas de mensagem dos servidores do Planalto, o comunicado detonou uma  batalha entre os que defendem o culto com base no direito Constitucional de livre pensamento e os que avaliam que o Planalto não seria o local apropriado para a oração.

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Para conter a fúria dos servidores, a Secretaria-Geral precisou enviar outro comunicado lembrando da proibição do envio de mensagens na rede interna sobre raça, orientação sexual, religião e convicção política. Mas e o culto? Por ora está confirmado.

Resta saber se Dilma Rousseff – que, assim como vários políticos, só costuma falar de Deus e religião em campanhas políticas – aprova a realização do tal culto.

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