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MPF quer barrar liberdade de Carlinhos Cachoeira

Ele e assessor de Cabral podem ser soltos nesta quarta (5)

Por Ernesto Neves - Atualizado em 4 abr 2017, 15h50 - Publicado em 4 abr 2017, 15h19

O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se contra o pedido de liberdade de dois réus acusados pela Lava-Jato: Carlos Augusto de Almeida Ramos (O Carlinhos Cachoeira), e Pedro Ramos de Miranda, assessor de Sérgio Cabral.

Os dois habeas corpus serão julgados nesta quarta (5) pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região. A defesa de Cachoeira pediu a revogação de sua prisão preventiva, que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já converteu em prisão domiciliar.

Já Pedro Ramos pediu que o processo da Operação Calicute seja transferido da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

“A necessidade de sua prisão não é constatação genérica e abstrata, como pretendem fazer crer, mas refere-se a circunstâncias concretas indicadas na negativa ao pedido de revogação da prisão”, diz a procuradora regional Mônica de Ré, do Núcleo Criminal de Combate à Corrupção da Procuradoria Regional. “Sua prisão cautelar deve ser mantida considerando o contexto para sua decretação, que não se alterou, e outros dados dos autos, como seu grau de envolvimento nos fatos e também sua condição pessoal”, diz o MPF.

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