Missão impossível
Duas semanas atrás, a Fifa contratou uma empresa de assessoria de comunicação (a FSB) para tentar lustrar a sua chamuscada imagem – junto ao público em geral e ao governo Dilma, em particular. Depois da encrenca em que Jérôme Valcke se meteu com mais uma de suas nada diplomáticas provocações, a FSB deveria remendar o contrato […]
Duas semanas atrás, a Fifa contratou uma empresa de assessoria de comunicação (a FSB) para tentar lustrar a sua chamuscada imagem – junto ao público em geral e ao governo Dilma, em particular.
Depois da encrenca em que Jérôme Valcke se meteu com mais uma de suas nada diplomáticas provocações, a FSB deveria remendar o contrato e pedir o dobro pelo serviço.
Meses atrás, Dilma Rousseff disse um “não” redondo como uma bola a um pedido de audiência feito por Joseph Blater. A Fifa sentiu o golpe, mas apostou tudo numa nova tentativa, que seria feita agora em março, quando Blatter poderia vir ao Brasil para o encontro.
Sondagens foram feitas. Não havia resposta positiva, mas um novo “não” ainda não fora dado. Agora, nem pensar.

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