A relação entre o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, e o líder do governo, Major Vitor Hugo, nunca foi boa. Tudo começou durante a campanha. Presidente estadual da legenda, Waldir recebeu do diretório nacional 420 mil reais. Desse valor, nem um tostão foi separado para Vitor Hugo, que fez campanha na base do financiamento coletivo e boa vontade.
Não deu outra. O delegado foi o deputado mais votado em Goiás, com mais de 274 mil votos; o major conseguiu um pouco mais de 31 mil.
Ali começou a indisposição mútua.
Hoje, em nome da articulação – quase inexistente – no Congresso, ambos se toleram.
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