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Lava-Jato: enquanto uns usam a Torá, outros recorrem à filosofia

Os irmãos José Dirceu e Luiz Eduardo de Oliveira recorreram à filosofia e à literatura para substanciar suas alegações finais. Os advogados dos réus abriram a peça final com duas frases de impacto. A primeira, de René Descartes: “Para examinar a verdade, é necessário, uma vez na vida, colocar todas as coisas em dúvida o […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h49 - Publicado em 4 Maio 2016, 17h25
Velho companheiro

Relembrando os tempos do Orkut

Os irmãos José Dirceu e Luiz Eduardo de Oliveira recorreram à filosofia e à literatura para substanciar suas alegações finais.

Os advogados dos réus abriram a peça final com duas frases de impacto. A primeira, de René Descartes:

“Para examinar a verdade, é necessário, uma vez na vida, colocar todas as coisas em dúvida o máximo possível”.

O filósofo iluminista, no documento, foi seguido por José Saramago:

“O tempo das verdades plurais acabou. Agora vivemos no tempo da mentira universal. Nunca se mentiu tanto. Vivemos na mentira, todos os dias”.

O ex-ministro-chefe da Casa Civil responde por corrupção e lavagem de dinheiro.

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