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Juízes pressionam contra Estácio até por WhatsApp

Pressão total

Por Ernesto Neves 15 dez 2017, 15h41 • Atualizado em 15 dez 2017, 15h41
  • Juízes e procuradores do Ministério Público do Trabalho contrários à reforma trabalhista vem pressionando os magistrados que com processos relativos às demissões na Universidade Estácio para decidirem contra a instituição de ensino.

    Para isso, utilizam listas de WhatsApp e incluem os juízes que estão com os processos.

    Por decisão do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região, as demissões foram suspensas por 30 dias.

    A universidade demitiu 1,2 mil professores na semana passada e, como resultado, liminares pedindo a suspensão da medida estão sendo julgadas no Brasil inteiro.

    A universidade afirma que as demissões não estão relacionadas com a reforma trabalhista.

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