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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Hostilidade dos EUA ao Brasil já mexe com negócios militares

Compras do Exército junto a empresas norte-americanas estão em curso

Por Robson Bonin Atualizado em 19 out 2021, 10h30 - Publicado em 19 out 2021, 15h11

O Exército negocia, no momento, a compra de 1.300 rádios para suprir o sistema de monitoramento de fronteiras da força.

Os aparelhos são negociados com uma empresa dos Estados Unidos, o que tem provocado discussões na Caserna sobre a crescente hostilidade política dos aliados do governo americano contra o Brasil.

Recentemente, 63 deputados democratas enviaram à Casa Branca uma carta pedindo que o apoio ao status do Brasil de parceiro global da Organização do Tratado do Atlântico Norte seja retirado.

Se a relação com os Estados Unidos mudar, avalia uma fonte militar, poderemos sofrer problemas sérios com as comunicações militares e com diversos outros equipamentos fabricados por empresas norte-americanas.

“Gastar dinheiro com rádio importado dos EUA não é uma prioridade, existem áreas mais urgentes que merecem a atenção do Exército, como a fronteira com a Venezuela”, diz um interlocutor do comando do Exército.

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