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Fux também deve atuar em julgamento sobre planos econômicos

O julgamento do caso da correção dos planos econômicos, deve contar com o voto de mais um magistrado, Luiz Fux. O escritório de Sérgio Bermudes, onde já trabalhou a filha do ministro, abriu mão da representação da Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif). Não há mais impedimento, portanto, para sua avaliação do caso – de longe, […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 22h39 - Publicado em 23 Maio 2016, 18h01
Fux: livre e desimpedido

Fux: livre e desimpedido

O julgamento do caso da correção dos planos econômicos, deve contar com o voto de mais um magistrado, Luiz Fux.

O escritório de Sérgio Bermudes, onde já trabalhou a filha do ministro, abriu mão da representação da Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif). Não há mais impedimento, portanto, para sua avaliação do caso – de longe, o maior nas mãos do tribunal, com potencial de perda de até 150 milhões de reais para os bancos e repercussão sobre mais de 800 mil processos em andamento no país.

O STF estava sem quórum para votar no caso dos planos econômicos, já que quatro ministros tinham se declarados impedidos em relação ao assunto: Edson Fachin, Luiz Barroso, Carmen Lúcia e Fux.

A situação mudou em fevereiro, quando o pai de Cármen Lúcia desistiu de uma ação que movia contra a Caixa, liberando a para votar e abrindo quórum mínimo de oito ministros para deliberar sobre o assunto.

Agora, tudo indica que serão nove votos quanto o tema voltar à pauta.

 

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