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Fagner esculhamba

Se todo dia houvesse um artista no Plenário do Senado ou da Câmara, as excelências iriam ouvir mais do que em manifestação de black bloc. Depois de Falcão dizer que encontrou mais corruptos do que gente honesta no Congresso (Leia mais em: Dia do falcão), hoje Raimundo Fagner desceu a borduna sobre o líder do […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 05h22 - Publicado em 17 set 2013, 21h34

Soltando o verbo no Congresso

Se todo dia houvesse um artista no Plenário do Senado ou da Câmara, as excelências iriam ouvir mais do que em manifestação de black bloc.

Depois de Falcão dizer que encontrou mais corruptos do que gente honesta no Congresso (Leia mais em: Dia do falcão), hoje Raimundo Fagner desceu a borduna sobre o líder do governo, Eduardo Braga, e Vanessa Graziottin.

Fagner acompanhou a apreciação da PEC da Música, cuja votação foi adiada para semana que vem, e não engoliu o fato de Braga e Vanessa trabalharem para derrubar a proposta, que vai de encontro aos interesses da Zona Franca de Manaus, no Amazonas, estado que elegeu a dupla.

Argumentou o inconformado Fagner:

– Eduardo Braga jogou sujo, usa sua posição de destaque, como líder, em nome dos interesses de um estado. Defender o próprio estado está certo, é perfeito. Mas por que só Manaus deve ter subsídios? Então, ele deve ter gostado da falência da maior fábrica de discos do Nordeste, que não tinha subsídios algum. A Zona Franca não é mais importante do que a música.

O arsenal de Fagner alcançou Vanessa Graziottin, claro:

– Essa aí chegou a me procurar, disse que ia fazer uma pesquisa de não sei o quê. Mas não há diálogo quando você vê a pessoa usando certos expedientes, atuando contra a música e a favor dos interesses de uma minoria.

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