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Em Santo André, irmão de Celso Daniel coloca o PSOL na disputa eleitoral

Ausência do PT no segundo turno seria fato inédito na cidade.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 4 nov 2020, 15h59 - Publicado em 5 nov 2020, 15h32

Não é só em São Paulo onde o PSOL se esforça para superar o PT e conseguir uma vaga no segundo turno das eleições municipais. Se na capital paulista o partido vai de Guilherme Boulos, na vizinha Santo André é Bruno Daniel quem luta por um espaço.

O candidato é irmão mais novo de Celso Daniel, o ex-prefeito petista assassinado em janeiro de 2002. Hoje ele aparece em segundo lugar nas pesquisas, lideradas com folga pelo atual prefeito, o tucano Paulo Serra – com 50% das intenções, Serra pode garantir a reeleição já no primeiro turno.

Quem está tecnicamente empatada com Bruno Daniel é a candidata do PT, Professora Bete Siraque. A mulher do ex-deputado federal Vanderlei Siraque registra 8% das preferências, contra 10% de Bruno. Sua ausência no segundo turno seria fato inédito na cidade, notório reduto petista.

Cada um a sua maneira, tanto Bete Siraque, como Bruno Daniel e o candidato do Solidariedade, João Avamileno, disputam o legado político de Celso Daniel em Santo André. Bete é da mesma legenda, Bruno tem parentesco e Avamileno foi quem assumiu a prefeitura após o assassinato.

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