Dificuldade para meta
Dos Tribunais considerados grandes pelo CNJ, o do Rio de Janeiro conseguiu julgar 73,9% dos seus 5 107 processos de assassinato. O de Minas Gerais julgou 61,5% de seus 5 002 casos e o do Rio Grande do Sul conseguiu desfecho para 61,1% de seus 1 610 processos. O último grande, São Paulo, conseguiu julgar […]
Dos Tribunais considerados grandes pelo CNJ, o do Rio de Janeiro conseguiu julgar 73,9% dos seus 5 107 processos de assassinato.
O de Minas Gerais julgou 61,5% de seus 5 002 casos e o do Rio Grande do Sul conseguiu desfecho para 61,1% de seus 1 610 processos.
O último grande, São Paulo, conseguiu julgar somente 36,2% dos seus 1 672 processos de assassinato que haviam iniciado a tramitação até o final de 2007.
Apesar do baixo índice, há de se ponderar que o TJ de São Paulo não deixou que um grande estoque de processos sem julgamento se formasse. Eram 1 672 pendentes, contra 5 107 estacionados no Rio de Janeiro e 5 002 em Minas Gerais.
Ou seja, mesmo em marcha lenta, o TJ de São Paulo manteve, nos últimos anos, uma constância em seu número de julgamentos.

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