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Governo Bolsonaro inclui Marcola e Beira-Mar em lista da Interpol

PF incluiu detentos de penitenciárias federais na Difusão Verde, que fornece avisos sobre quem cometeu crimes pode repeti-los em outros países

Por Gustavo Maia Atualizado em 13 Maio 2021, 16h21 - Publicado em 13 Maio 2021, 17h09

A pedido do Departamento Penitenciário Nacional, subordinado ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública, a PF incluiu as centenas de presos que estão nas cinco penitenciárias federais do Brasil em uma lista da Interpol, acessada por cerca de 200 países.

Agora os detentos do sistema brasileiro integram a Difusão Verde (Green Notice, em inglês), que fornece avisos e informações sobre as pessoas que tenham cometido infrações penais e são propensos a repetir estes crimes em outros países. O objetivo da medida é colaborar para o monitoramento de presos que progridam de regime ou ganhem liberdade pela Organização Internacional de Polícia Criminal.

Dentre os inquilinos do Sistema Penitenciário Federal — que tem capacidade para 1.000 detentos nas unidades de Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN), Porto Velho (RO) e Brasília (DF) —, destacam-se nomes como os dos traficantes Marcola, do PCC, e Fernandinho Beira-Mar, ex-Comando Vermelho.

Os detentos dos presídios geridos pelo Depen são colocador nestes locais por terem desempenhado função de liderança ou de relevância em organizações criminosas, e alguns deles já atuaram fora do Brasil.

 

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