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Radar Por Gabriel Mascarenhas (interino) Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Com Mendonça, Justiça e Segurança devem ser separadas por Bolsonaro

Fatiamento do ministério é desejo antigo do presidente e preocupa cúpula do Judiciário

Por Mariana Muniz 27 abr 2020, 20h40

Caso se concretize, a ida do advogado-geral da União, André Mendonça, para o cargo de ministro da Justiça deve resultar em uma cisão da pasta em Ministério da Justiça e Ministério da Segurança Pública — desejo que Bolsonaro alimentava desde janeiro deste ano.

A separação dos ministérios foi motivo de desconforto entre o então ministro Sergio Moro e o presidente da República, que em reunião com secretários de segurança dos estados disse que estudaria o fatiamento.

A divisão, claro, representa um esvaziamento das atribuições do ministro da Justiça e preocupa interlocutores da alta cúpula do Judiciário.

O nome de André Mendonça para o Ministério da Justiça passou a ganhar força no final desta segunda-feira, quando todas as apostas falavam em Jorge Oliveira, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.

 

 

 

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