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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Chances de Wizard substituir Weintraub no MEC evaporaram

Ala militar retirou apoio ao empresário, após polêmicas na Saúde e contrariedade de Bolsonaro com o passado tucano de Wizard

Por Robson Bonin Atualizado em 7 jun 2020, 20h18 - Publicado em 8 jun 2020, 09h11

Na edição de VEJA que está nas bancas, o Radar mostra como Carlos Wizard havia caído nas graças da ala militar do Planalto e seguia sendo preparado para virar ministro da Educação, no lugar do demissionário Abraham Weintraub.

Enquanto esteve distante dos holofotes, Wizard chegou parte do ocupar posições de destaque no governo, mas sua atuação desastrosa na defesa de uma surreal recontagem de mortos na pandemia de coronavírus, seguida de acusações contra estados e municípios de inflarem números da tragédia para receber mais dinheiro, implodiram todo o projeto.

Na tarde deste domingo, o único militar ainda do lado de Wizard era Walter Braga Netto, que não conseguiu segurar a pressão. O empresário, que virou alvo fora do governo, pelas declarações, e dentro, por seu passado de aliado de João Doria, pediu para sair. Foi demais.

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