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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

CGU encontra esqueletos da gestão de Mandetta na Saúde

Contratos de saúde indígena apresentaram até 69% de superfaturamento, segundo o órgão de controle do governo

Por Robson Bonin Atualizado em 10 dez 2020, 17h46 - Publicado em 11 dez 2020, 09h13

A CGU vasculhou contratos de 2019 da Secretaria Especial de Saúde Indígena, vinculada ao Ministério da Saúde, e encontrou alguns bichos feios que Jair Bolsonaro costuma negar que existam no governo dele.

Um quadro generalizado de compras sem estudos técnicos e com algum tipo direcionamento de licitação. Em apenas quatro editais que somam 25 milhões de reais, o órgão encontrou sobrepreço de 16,7 milhões — 69% de superfaturamento.

“As situações apontadas podem caracterizar direcionamentos e favorecimentos a algum participante, acarretando prejuízo à lisura do procedimento licitatório”, diz a CGU.

“Nesse sentido, os resultados da avaliação sobre o processo de aquisição pública indicaram que todas as Unidades Gestoras verificadas apresentaram deficiências no processo de planejamento e gestão contratual”, segue o órgão.

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