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Celso de Mello ataca ‘milícias digitais’ ao homenagear Toffoli no STF

Decano condenou a 'atuação sinistra de delinquentes que vivem no submundo digital' e defendeu o 'veto ao discurso de ódio'

Por Laryssa Borges - 23 out 2019, 14h37

O decano do STF, ministro Celso de Mello, não fugiu à regra e, antes da retomada do julgamento sobre a prisão em segunda instância, mandou recados a autoridades e anônimos que buscam emparedar o tribunal ou desqualificar os votos dos ministros.

Celso de Mello não fez referência expressa a nenhum político, destacou o “singular momento em que o Brasil enfrenta gravíssimos desafios” e condenou “pressões ilegítimas” contra o tribunal.

O magistrado, que nos últimos meses foi alvo de investidas de bolsonaristas por ter votado a favor da criminalização da homofobia, condenou “surtos autoritários” e ataques orquestrados por milícias digitais – para o decano, uma “atuação sinistra de delinquentes que vivem no submundo digital – e defendeu o “veto ao discurso de ódio” e o “respeito indeclinável pelas indiferenças”.

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