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Brasil fica na 16ª posição em ranking de governo digital da OCDE

Meta do governo é digitalizar 100% dos serviços públicos até o final de 2022.

Por Manoel Schlindwein Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 out 2020, 18h32

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) reconheceu os esforços do governo brasileiro na digitalização dos serviços públicos. O órgão colocou o país na 16º posição em seu Índice de Governo Digital. O ranking é resultado de levantamento feito entre 33 países do bloco e alguns convidados.

O índice de governo digital foi apresentado no evento anual do grupo e-leaders, que reúne os gestores responsáveis pela transformação digital dos países membros e outras nações convidadas, como o Brasil.

O Brasil ficou acima da média dos países da OCDE e superou nações como Alemanha, Estônia, Países Baixos, Áustria e Irlanda. Os melhores desempenhos do país foram nas dimensões “orientado pelo usuário”, “orientado por dados” e “aberto por padrão”.

Em julho, o Brasil já sido reconhecido como um dos 20 países do mundo com a melhor oferta de serviços públicos digitais na Pesquisa sobre Governo Eletrônico 2020, publicada pela ONU.

“A posição do Brasil prova que estamos no caminho certo e aponta o que devemos aprimorar para oferecer serviços de excelência a todos os brasileiros”, disse o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro.

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Dos 3,9 mil serviços disponíveis hoje no portal Gov.Br, 61% já são digitais. Na semana passada, o governo atingiu a marca de 1.000 serviços transformados desde janeiro de 2019. Além da economia de aproximadamente 2 bilhões de reais por ano, a transformação digital dos serviços também devolve ao cidadão mais de 150 milhões de horas antes gastas com burocracia. O número equivale, por exemplo, a um dia inteiro de trabalho de toda a população economicamente ativa da Grande São Paulo.

A Estratégia de Governo Digital 2020-2022, publicada no final de abril, estabelece a meta de digitalizar 100% dos serviços públicos até o final de 2022. A estimativa é de economia de 38 bilhões de reais em cinco anos (de 2020 a 2025), o que deve refletir na eliminação do papel e da burocracia, locação de estruturas, contratação de pessoal para atendimento presencial e redução de perdas com erros e fraudes, por exemplo.

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