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Bom para Dilma

O debate dessa madrugada na Record foi morno, sem grandes embates entre os candidatos. De inusitado, ou nem tanto, apenas o histrionismo de Levy Fidelix que de modo raivoso partiu para cima dos gays, na falta de uma plataforma melhor. Como não teve nocaute de ninguém, a vitória acabou sendo de Dilma Rousseff. Não que […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 02h59 - Publicado em 29 set 2014, 07h24
dilma

Nada espontânea, mas ainda favorita

O debate dessa madrugada na Record foi morno, sem grandes embates entre os candidatos.

De inusitado, ou nem tanto, apenas o histrionismo de Levy Fidelix que de modo raivoso partiu para cima dos gays, na falta de uma plataforma melhor.

Como não teve nocaute de ninguém, a vitória acabou sendo de Dilma Rousseff. Não que ela tenha ido bem, ressalte-se. Dilma leu muito a papelada que tinha à sua frente, estava menos espontânea do que nunca, não deu o esperado xeque-mate em Marina Silva na questão da CPMF no duelo que travou sobre o tema.

Mas se a Dilma não foi nocauteada, continua entrando no segundo turno na condição de favorita.

Aécio Neves teve o seu melhor desempenho desde o primeiro debate. Foi mais seguro, marcou sua postura de oposição, apresentou propostas. Mas foi pouco. Na condição que está, era preciso ter sido superlativamente melhor que Marina e Dilma. E isso Aécio não foi.

Marina Silva esteve meio apagada, aparentemente cansada e com o seu pior desempenho em debates até aqui.

Agora, pela frente, apenas o debate da Globo, na quinta-feira.

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