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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

As dificuldades da Rede para se fundir com PPS ou PV

Ala defende que a sigla se mantenha sem fundo partidário e espaço na TV até 2020

Por Gabriel Mascarenhas - 29 out 2018, 09h29

Marina Silva trabalha com três possibilidades para tentar salvar a Rede, que elegeu apenas um deputado e esbarrou na cláusula de barreira. Nenhuma delas é simples.

A fusão com o PPS, inicialmente tratada como a favorita, deu uma ligeira esfriada.

Uma reunião entre representantes das duas legendas evidenciou que as diferenças ideológicas são maires do que se supunha.

A união com o PV para a criação de uma nova legenda também complicou. O diretório da Rede em Brasilia entrou em rota de colisão com o PSB, do governador Rodrigo Rollemberg e aliado de primeira hora do PV na capital.

Diante das circunstâncias, cresce na Rede a corrente defensora da tese mais audaciosa: adiar as negociações para uma fusão até 2020. Para isso, o partido precisaria ter meios de sobreviver sem direito a inserções na TV e dinheiro do fundo partidário.

Nada, porém, está descartado.

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