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Murillo de Aragão

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Os “ruídos” entre Bolsonaro e Moro

O recuo de Bolsonaro, afirmando que a chance do Ministério da Segurança Pública ser recriado é “zero”

Por Murillo de Aragão 24 jan 2020, 10h17 •
  • A manifestação do presidente Jair Bolsonaro admitindo a recriação do Ministério da Segurança Pública – o que posteriormente foi descartada pelo próprio Bolsonaro — em uma reunião com secretários estaduais da área, acabou provocando um novo ruído na relação com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

    Mesmo que a pauta tenha sido levada pelo secretário estaduais, o presidente, inicialmente, deixou o tema ser debatido publicamente.

    Como consequência, foi construída a narrativa que a medida representaria um esvaziamento de poder de Moro, que vem conquistando resultados positivos no comando de sua pasta, principalmente na redução dos índices de homicídios.

    Coincidência ou não, o debate em torno do desmembramento da área de segurança pública do Ministério da Justiça ocorre dias após a participação de Sergio Moro no programa “Roda Viva”.

    Além dos índices positivos de audiência registrados pelo programa, Moro descartou assinar um documento se comprometendo a não ser candidato ao Palácio do Planalto em 2022.

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    Mesmo que Sergio Moro tenha demonstrado, até agora, fidelidade ao presidente Jair Bolsonaro, o ministro é visto como um potencial presidenciável.

    A discussão sobre a recriação do Ministério da Segurança Pública representou também um movimento da ala ideológica para “controlar” o crescimento de Sergio Moro dentro do governo, pois os chamados “olavistas” veriam com preocupação a sombra que Moro faz ao presidente.

    O recuo de Bolsonaro, afirmando que a chance do Ministério da Segurança Pública ser recriado é “zero”, afasta momentaneamente os rumores sobre uma eventual saída de Moro do governo. Mas não elimina o mal-estar.

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    Porém, o episódio acabou causando um desgaste interno e de imagem na opinião pública para o governo desnecessário.

    Há quem veja a especulação como um “recado” do presidente e da ala para Moro. Independente das motivações, o episódio pode ter afastado um pouco mais a chamada base social lavajatista do bolsonarismo.

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