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Batalha nas ruas: esquerda marca maratona de protestos para março

Parlamentares do PT e do PSOL passaram a divulgar os atos em resposta à manifestação de 15 de março em apoio a Bolsonaro

Por Eduardo Gonçalves Atualizado em 27 fev 2020, 18h59 - Publicado em 27 fev 2020, 18h44

Como resposta ao ato do dia 15 de março, organizado por seguidores de Jair Bolsonaro e endossado pelo próprio presidente em grupos de WhatsApp, partidos de esquerda passaram a convocar manifestações para o mesmo mês. Não será apenas um, mas três: 8 de março, no Dia Internacional da Mulheres; 14 de março ,quando completam-se dois anos do assassinato da vereadora Marielle Franco; e 18 de março, na chamada Greve Nacional da Educação.

Os atos foram divulgadas nesta terça-feira, 27, pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), e ganharam o apoio de parlamentares do PSOL. A paralisação dos profissionais da educação já estava sendo organizada desde o início do ano por entidades sindicais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), além dos partidos de esquerda.  Apesar da variedade dos temas, os protestos devem se unir nas críticas ao presidente Bolsonaro.

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Do outro lado do espectro político, o protesto do dia 15 de março está sendo convocado por militantes do Aliança pelo Brasil, o novo partido do presidente; parlamentares alinhados a Bolsonaro e movimentos de direita como o Nas Ruas, Brasil Conservador e Avança Brasil. As reivindicações também são diversas, mas a pauta principal é a defesa do governo Bolsonaro contra o Congresso Nacional.

Neste ano de eleições municipais, a polarização deve voltar às ruas no Brasil.

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