Clique e assine com 88% de desconto
Isabela Boscov Por Coluna Está sendo lançado, saiu faz tempo? É clássico, é curiosidade? Tanto faz: se passa em alguma tela, está valendo comentar. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

“Cemitério Maldito”: arrepios e boas atuações em adaptação de Stephen King

Com muito mais clima e elegância que na versão de 1989, novo filme ensina que não, não se deve tentar fazer isso em casa

Por Isabela Boscov - Atualizado em 9 maio 2019, 20h13 - Publicado em 9 maio 2019, 19h56

Esqueça a versão trash de 1989: esta nova adaptação de um dos livros mais populares de Stephen King vai muito mais pelo caminho do arrepio do que do pavor na história do médico que se muda com a família da cidade grande para a cidadezinha interiorana em busca de paz – e, em vez dela, encontra no quintal de sua nova casa uma floresta com um segredo perverso. As atuações são sólidas (e está aí algo que não se podia dizer da primeira versão), com destaque para Jason Clarke como o médico, a ótima Jeté Laurence como sua adorável (e depois nem tanto) filha de 9 anos e John Lithgow como o vizinho que sabe o que se esconde na mata. A dupla de jovens diretores prefere a elegância aos sustos, e tem humor também. Repare na piadinha: a menina explica ao vizinho que o apelido de seu gato é Church porque ele se chama, na verdade, Winston Churchill, “o nome de um político inglês”. “Pode deixar, eu sei quem foi Churchill”, responde Lithgow – que interpretou o primeiro-ministro na série The Crown.

Assista a seguir o vídeo com a resenha:

Publicidade