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Carlos Wizard atuará como conselheiro no Ministério da Saúde

Bilionário brasileiro trabalhou com o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, na Operação Acolhida, em Roraima

Por Jennifer Ann Thomas - Atualizado em 20 maio 2020, 22h13 - Publicado em 20 maio 2020, 22h11

Nesta quarta-feira, 20, o empresário e bilionário brasileiro, Carlos Wizard, recebeu do ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, o convite para atuar como conselheiro de assuntos estratégicos do Ministério da Saúde. Entre suas missões, há pontos-chave para o combate ao coronavírus: a busca de fornecedores confiáveis de respiradores e de matéria-prima para a produção de cloroquina e hidroxicloriquina, defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, para abastecer a demanda nacional. Wizard destacou que aceitou a nomeação na condição de pro bono, ou seja, sem remuneração.

Há 30 dias em Brasília, o empresário vem atuando junto à força-tarefa dos militares. Wizard e Pazuello têm uma relação desde a Operação Acolhida, dedicada ao abrigamento de refugiados venezuelanos no Brasil. O empresário passou dois anos na fronteira com a Venezuela, em Roraima. Durante esse período, Wizard trabalhou com o general Pazuello, comandante da Operação Acolhida em Boa Vista, para promover a interiorização de milhares de refugiados.

De acordo com Wizard, logo após Pazuello assumir a Secretaria Executiva Nacional da pasta de Saúde, responsável por um orçamento de 150 bilhões de reais, o general o convidou para compor a equipe em Brasília de combate à Covid-19. No último mês, Wizard participou de encontros com representantes do Ministério da Saúde, Ministério da Defesa, Ministério da Infraestrutura e Casa Civil na busca de soluções para viabilizar o atendimento e tratamento de vítimas da Covid-19.

Questionado sobre a participação em um governo volátil, com exonerações e substituições em curtos períodos de tempo, a exemplo do ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, que passou menos de um mês no cargo, e da agora ex-Secretária de Cultura, Regina Duarte, após dois meses na função, Wizard afirmou não ter receio. “Serei um conselheiro, não sou do governo. É uma nomeação como uma pessoa da sociedade civil, tanto que não serei remunerado. Sou um colaborador, literalmente um cidadão disposto a colaborar. Não tenho medo nenhum. Vou colaborar enquanto o ministro Pazuello desejar. A partir do momento em que eu não estiver agregando valor, basta me dizer. Só quero estar à disposição. Seja para melhorar eficiência, resultados, foco na solução, é o que vou fazer”, declarou Wizard.

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Recentemente, foi divulgado que o empresário estaria cotado para o Ministério da Educação. De acordo com Wizard, a notícia foi especulação. Com trânsito livre entre os ministérios em Brasília, Wizard está dedicado ao combate da Covid-19 e também articula a campanha nacional: “Eu Faço Parte Da Solução“.

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