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Felipe Moura Brasil Por Blog Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

“Diarreia verbal” da esquerda contra Escola Sem Partido só confirma tese do projeto

Blog comenta vídeos de Rogério Marinho e Adolfo Sachsida e ataques de Requião e PCdoB

Por Felipe Moura Brasil Atualizado em 30 jul 2020, 22h18 - Publicado em 13 jul 2016, 12h45
REQUIAO-E-LULA

Essa é a turma de Requião

O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) defendeu na terça-feira (12) o projeto Escola Sem Partido contra a “diarreia verbal” do senador “fascista” Roberto Requião (PMDB-PR).

Requião, o mais petista dos peemedebistas, com toda a sua delicadeza e o seu respeito a quem pensa diferente, havia atacado a iniciativa como “coisa de filho da puta”.

Como essa gente só sabe projetar sobre os adversários as atitudes da sua própria militância, o senador também escreveu em seu Twitter que “esta boçalidade de escola sem partido é uma espécie de lobotomia educacional” – exatamente aquilo que o projeto visa combater.

Nesta mesma linha, a página de Facebook do PCdoB na Câmara também publicou que o “Escola sem partido quer doutrinar famílias e professores”.

O propósito dessa retórica esquerdista é fazer a população acreditar que o esforço de desfazer a doutrinação ideológica é, na verdade, o esforço doutrinário original de uma direita que quer impor a sua própria agenda a crianças e adolescentes.

Basta ler o projeto, no entanto, para entender que ele pretende impedir justamente a imposição de agendas políticas, seja de esquerda ou de direita, ainda que a primeira seja disparada a mais comum nas escolas do Brasil.

Naturalmente, as tentativas de despoluir o ambiente educacional brasileiro sofrem as reações agressivas dos beneficiários que desejam manter a poluição.

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Adolfo Sachsida comentou em vídeo a decisão do Ministério da Educação de exonerá-lo horas depois de nomeá-lo para o cargo de assessor especial do ministro Mendonça Filho.

O doutor em Economia e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) disse que cargo nenhum o fará mudar suas convicções, incluindo o apoio ao projeto Escola Sem Partido, tido por muitos como o verdadeiro motivo de sua exoneração.

Lamentavelmente, enquanto isenção no Brasil significar aquiescência com as manipulações de esquerda, a população brasileira jamais terá a devida representatividade política.

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* Veja também aqui no blog:
– Exclusivo – Criador do Escola Sem Partido rebate ataque de Leandro Karnal ao projeto

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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