O embate entre defensores e detratores da criação da chamada CPI da Lava Toga não tem propriamente o sentido de investigar as entranhas do Judiciário ou de acobertar irregularidades e ilegalidades cometidas no âmbito daquele Poder.
Entre outros motivos porque comissões parlamentares de inquérito já não cumprem o papel nem têm a importância que tiveram em outros momentos da vida nacional, antes de a Justiça, a polícia e o Ministério Público atuarem mais ativamente no desvendamento de esquemas criminosos envolvendo a coisa pública. Hoje, as CPIs servem ora como instrumentos de chantagem, ora se prestam a palco de conflitos de interesses políticos.
O cerne da briga, que deflagrou até uma crise no PSL envolvendo diretamente a família Bolsonaro, é o posicionamento de cada um dos grupos em relação à operação Lava Jato e a investigações que possam atingir magistrados e parlamentares.
O arquivamento ou a instalação da CPI refletirão apenas o resultado de uma queda de braço instalada para ver quem fala mais alto no Judiciário e no Legislativo, servindo também para definir alianças nas internas desses dois Poderes. Nada a ver com o propósito genuíno de passar a limpo seja o que for.
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