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Augusto Nunes

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Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Uma tropa de codinomes ataca a Lava Jato

Os vilões rebatizados pela Odebrecht querem escapar da cadeia, prender o xerife e roubar o filme que mostra a ladroagem

Por Augusto Nunes 28 jun 2019, 11h38 •
  • Quando Sergio Moro for inquirido na Câmara sobre a troca de mensagens com Deltan Dallagnol, os parlamentares que apoiam a Lava Jato deveriam neutralizar os interrogadores mais agressivos com um método simples e eficaz: a cada ataque, um deles recordaria o codinome do atacante no Departamento de Propinas da Odebrecht.

    Por exemplo: depois da intervenção de Gleisi Hoffmann, algum parlamentar informaria que a pergunta fora feita pela excelentíssima deputada conhecida como Amante ou Coxa. Será divertido ver o efeito do lembrete sobre o ímpeto dos vilões que, como sempre acontece no faroeste à brasileira, querem prender o xerife e roubar o filme.

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