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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Trem doido

“O valor de R$ 33 bilhões era o preço de 2008. Agora estamos trabalhando com R$ 40 bilhões”. Bernardo Figueiredo, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, explicando que o trem-bala brasileiro, sem ter saído do papel, ficou R$ 7 bilhões mais caro em três anos. “A partir do começo de 2012 teremos mais uns […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 10h13 - Publicado em 10 nov 2011, 15h13

“O valor de R$ 33 bilhões era o preço de 2008. Agora estamos trabalhando com R$ 40 bilhões”.

Bernardo Figueiredo, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, explicando que o trem-bala brasileiro, sem ter saído do papel, ficou R$ 7 bilhões mais caro em três anos.

“A partir do começo de 2012 teremos mais uns oito meses até a definição do concessionário do serviço e mais 18 meses para publicação do edital e seleção dos interessados na construção da obra. Depois disso é que vamos ficar sabendo o valor exato da obra”.

Bernardo Figueiredo, explicando que, daqui a 26 meses, vai passar de R$ 50 bilhões o preço do trem-bala que continuará no papel.

“Mais importante que os atrasos é fazer uma coisa bem feita”.

Bernardo Figueiredo, encerrando a versão miniaturizada da ópera do malandro com a promessa de justificar a gastança, as comissões e as taxas de sucesso com um trem-bala de matar de inveja qualquer argentino.

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