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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O neurônio e a História

Dilma Rousseff entende tanto de parlamentarismo quanto de língua portuguesa

Por Branca Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 22h16 - Publicado em 19 jul 2016, 08h12

“Por trás desse golpe, tem uma ambição muito forte pelo parlamentarismo. No Brasil, todas as transformações ocorreram pelo voto majoritário para presidente. No voto proporcional, há uma imensa quantidade de filtros, oligarquias regionais, filtros de segmentos que fazem com que, na maioria das vezes, o Parlamento no Brasil seja mais conservador que o Executivo”. (Dilma Rousseff, a Assombração do Alvorada, numa aparição em São Bernardo do Campo, reforçando a suspeita de que anda tendo aulas de História com o senador Lindbergh Farias, aquele que descobriu que o neoliberalismo foi criado na China durante a ditadura de Pinochet (ou Pihn-Ho-Che, em mandarim)

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