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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Neurônio em pane

“O Estado Islâmico não participa de uma mesa de negociação. Sabe por que ele não participa? Porque ele tem outro tipo de política. Ele corta gargantas. (…) Você vai ter de combater com armas. Agora, isso não significa que só é essa a saída. Não basta só chegar e jogar bombas na Síria. O conflito, […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 00h16 - Publicado em 21 out 2015, 14h49

“O Estado Islâmico não participa de uma mesa de negociação. Sabe por que ele não participa? Porque ele tem outro tipo de política. Ele corta gargantas. (…) Você vai ter de combater com armas. Agora, isso não significa que só é essa a saída. Não basta só chegar e jogar bombas na Síria. O conflito, não há essa alternativa que é falsa, ou faz uma saída diplomática, e isso significa negociar com o Estado Islâmico. […] Você não tem uma solução que não passe por todos os presentes ─ que não sejam o Estado Islâmico, Al-Nusra e a Al-Qaeda ─ participar de uma mesa de negociação”.

Dilma Rousseff, nesta terça-feira, durante a entrevista coletiva em Estocolmo, afirmando que não é possível conversar com os degoladores do Estado Islâmico, mas é preciso negociar com os degoladores do Estado Islâmico.

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