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Idiota internacional (2)

Oliver Stone prova mais uma vez que só entende de fazer filmes

“É triste que ela tenha sido um alvo. Se alguém foi eleito, não deveria ser afastado por causa de conversa fiada”. (Oliver Stone, cineasta americano, ao comentar o impeachment de Dilma Rousseff, confirmando que, em matéria de política, é um ótimo diretor de cinema)

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  1. Comentado por:

    Geraldo Pereira

    Por que esse americano não vai dar peruada lá no seu País sobre a eleição de Trump?

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  2. Comentado por:

    Alexandre Zamariolli

    Devia mudar o nome para Oliver StoneD, porque só estando muito chapado para dizer tamanha besteira.

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  3. Comentado por:

    Edu

    Ao pé da letra : Stone = Pedra, Oliver Pedra , Ahhh !!!! Entendi !!! Muito inteligente o Mister Pedra…

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  4. Comentado por:

    Eduardo

    Esse diretor tá achando que por aqui se resolve as coisas na base da fofoca.

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  5. Comentado por:

    Fausta

    O que será que aconteceu com Oliver Stone, Augusto? O talentoso cineasta precisa se informar melhor sobre os países da América do Sul, uma vez que demonstra total desconhecimento com relação ao que significou o desgoverno de Dilma e do PT para o Brasil. Pode ser que alguém, maldosamente , e com o intuito de demonstrar que existem figuras importantes lá fora, que são tão ignorantes como alguns astros e “intelectuais” que temos por aquí, resolveu se divertir às cus!tas do coitado do Stone! Acho que faz sentido!!!

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  6. Comentado por:

    Jose Renato Pinto

    Oliver Stone: Pegou o bonde andando; caiu do cavalo; confundiu alho com bugalho; etc;etc: Sabe de nada do Brasil, coitado.

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  7. Comentado por:

    mceu

    Nem de fazer filmes ele entende tanto assim…

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  8. Comentado por:

    YOUSSEF

    Continua atuando no mundo das fantasias, do cinema. Mas no mundo real a sua conversa e fiada. Querido Stone.

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  9. Comentado por:

    pedro

    Alguém lembra da opinião do glorioso PAULO FRANCIS a respeito desse sujeitinho?

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  10. Comentado por:

    A Narrativa ao Redor (5)

    O cineasta americano veio atrás de uma boa história e financiamento, decidido a aprovar seu roteiro baseado na versão encomendada pelo amigo vitimista. O filme seria rocambolesco, um drama de ação policial e espionagem com fundo político, adaptado ao gosto do público internacional.
    Título original provisório: “Catch me if all of you can”, que os tradutores brasileiros adaptaram para “Agente 71 contra Deus e o Diabo”, um título mais comercial internamente.
    O diretor gringo trouxe três atores para a leitura do diálogo traduzido do roteiro. Foi recebido pelo velho político cambaleante com um grau elevado de entusiasmo etílico, materializada em duas doses fartas de uísque compartilhada com o visitante.
    Após a confraternização, todos se sentaram. Os atores começaram a leitura do trecho traduzido, sem maiores explicações sobre o ‘plot’ da aventura, a não ser que ela se passa em uma suíte de um hotel qualquer de Brasília:
    — Vou encontrar os agentes do FBI. Sem eles, a missão vai pro saco, querido! — ensaiou o primeiro ator.
    — Que tal a CIA? — afetou-se o ator travestido de um dos advogados da trama.
    — Não me aproximo da CIA sem o ‘ok’ do FBI… — replicou o ator de barba, com dificuldade na língua. O diálogo era cheio de códigos, codinomes e siglas.
    — Podíamos ir direto à embaixada, chefe!
    — Segura o tchan, número dois! Se ocê for à embaixada sem mim, o bicho vai pegar! — a fala foi de improviso.
    Um ator mais jovem entrou em cena, inseguro:
    — Nós… vamos pra cadeia, paizão?
    — Não.
    — Mas o advoga…
    — Não liga pro ‘adevogado’, filhão!
    O ator advogado, incomodado, ajeitou os óculos, alisou o gel e cochichou:
    — Não pudemos conversar com ele aqui, chefe! Deve ser bem confuso para o garoto!
    O velhote barbudo tentou roer a unha do dedo mínimo e não disse nada. Sem ensaio, errou a mão.
    O advogado engomadinho continuou:
    — Os gringos estão tontos depois da derrota.
    — Por quê?
    — Acham que, com o “homem laranja” na Casa Branca, muita coisa vai mudar. O país não é mais seguro para o senhor. Melhor tirar todo o investimento de lá…
    O jovem ator faminto, beliscando canapés, perguntou novamente:
    — Ô pai! Onde a gente vai morar? E meus negócios? Comprei umas coisas em Miami.
    — Vamos achar outro lugar. Sossega, garoto.
    — Que tal Punta?
    — Quem, filho?
    — Uruguai.
    — Muito manjado. A ideia ainda tá ‘amadurecendo’.
    — Caracas! Tô fora. Me inclua fora dessa! — protestou o jovem ator.
    — Não! Um lugar longe. Muito diferente do que você conhece. Sem oposição. Com água limpa, papel higiênico e comida. Mais seguro. Um lugar onde, sabe, teremos… oportunidades.
    — Um paraíso fiscal?
    — Um desafio, filho. Será uma surpresa. O lugar vai ser totalmente estranho para você. E lá seremos estrangeiros refugiados. Falam outra língua, você vai ter que aprender a viver de outro jeito, se adaptar.
    — Lá tem praias como aqui?
    O velho ator, ruim de geografia, ficou sem jeito. Não tinha nada no roteiro. Perguntou para o advogado:
    — Sei lá, tem?
    O advogado ajeitou o nó da gravata e concordou com a cabeça.
    O velho viajou na maionese. Sua página estava em branco. Improvisou:
    — É um país grande, pacas! Tem praias, montanhas, desertos, florestas, caatingas, geadas e neve. Você pode nadar em rios, lagos ou no mar azulzinho. — caprichou o ator na rouquidão, dourando, ainda mais, o sonho do fugitivo original.
    Ansioso pela reação do anfitrião, o diretor gringo fez sinal para os atores interromperem a leitura.
    Olhou para o político sentado na poltrona… Ele estava cochilando.
    O tradutor deu uma cutucada, discreta:
    — Excelência?
    — Ahan… Hein?
    — O Mister Stone quer saber se o senhor está gostando…
    — Veja bem, Oliver, querido… ahan! Eu… eu apareço quando?

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