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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Estadão: ‘Bandidos é o que eles são’

Publicado no Estadão desta terça-feira Os poucos que ainda se iludiam com os black blocs ─ por ingenuidade ou recusa teimosa de abrir os olhos para a realidade, sabe-se lá por que ─ agora não têm mais desculpa. O artefato explosivo que atingiu na cabeça e matou o cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, lançado […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 04h28 - Publicado em 11 fev 2014, 18h28

Publicado no Estadão desta terça-feira

Os poucos que ainda se iludiam com os black blocs ─ por ingenuidade ou recusa teimosa de abrir os olhos para a realidade, sabe-se lá por que ─ agora não têm mais desculpa. O artefato explosivo que atingiu na cabeça e matou o cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, lançado por dois integrantes desse grupo, durante manifestação no Rio de Janeiro contra o aumento da tarifa de ônibus, na última quinta-feira, é a trágica demonstração de que os black blocs não passam de perigosos delinquentes que se disfarçam de adeptos de um vago e confuso anarquismo.

As cenas gravadas por amadores – e a mais reveladora delas por uma rede de televisão russa ─ documentaram com precisão o ataque covarde de que foi vítima Santiago Andrade, que estava ali fazendo o seu trabalho. Além de correrem o mundo, mostrando a verdadeira face dos vândalos que se apropriaram das manifestações de protesto, elas permitiram à polícia carioca obter dados importantes sobre os dois criminosos.

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