Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia
Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Coragem & coerência

Haddad esbanja criatividade depois de levar outro pito da chefona

Por Branca Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 22h06 - Publicado em 15 ago 2016, 22h52

“Apesar de ser uma palavra dura, que remete a uma situação de força, você tem uma quebra de ordem constitucional porque não há crime de responsabilidade apurado contra a presidente Dilma. Os especialistas usam a palavra golpe encoberto, qualificam a palavra. Golpe velado, golpe encoberto, golpe brando. É assim que a literatura internacional tem tratado os golpes recentes no mundo que seguem ritos legais que dão a impressão de normalidade democrática. A literatura internacional tem usado essas expressões, com as quais concordo”. (Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, dias depois de afirmar numa entrevista ao vivo que “o uso da palavra golpe lembra armas e tanques na rua”, mostrando que ficou tão criativo depois de outro pito de Dilma Rousseff que inventou o “golpe velado”, o “golpe encoberto” e o “golpe brando” para declarar guerra ao golpe que não houve)

Publicidade