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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A volta do dilmês

José Eduardo Cardoso ficou fluente na língua da sua cliente mais famosa

Por Branca Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 21h41 - Publicado em 2 out 2016, 10h15

“No âmbito do sistema presidencialista adotado pela nossa lei maior, não se pode ter por admissível que uma maioria parlamentar, mesmo que expressiva, possa vir a decidir o impeachment de um presidente da República, sem a invocação plausível e minimamente demonstrada da real ocorrência de um crime de responsabilidade, ou sem que se respeite os princípios constitucionais do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa. Foi, porém, o que ocorreu”. (José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça e advogado de defesa da ex-presidente Dilma Rousseff, no mandado de segurança em que pede ao STF a anulação do processo de impeachment da presidente, confirmando que está cada vez mais fluente no subdialeto dilmês data vênia)

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