Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês
A Origem dos Bytes Por Filipe Vilicic Crônicas do mundo tecnológico e ultraconectado de hoje. Por Filipe Vilicic, autor de 'O Clube dos Youtubers' e de 'O Clique de 1 Bilhão de Dólares'.

Apesar da crise, e-commerce brasileiro cresceu 21% entre 2015 e 2016. E outras descobertas de estudo da PayPal

Ontem (30), antecipei neste espaço que hoje o PayPal divulgaria uma ampla pesquisa, em parceria com a consultoria Big Data Corp., sobre o cenário do e-commerce brasileiro. Além de números que comprovaram que esses sites estão mais seguros (leia aqui), essas são algumas das descobertas, resultado da análise de dados de mais de 10,5 milhões […]

Por Filipe Vilicic Atualizado em 30 jul 2020, 23h07 - Publicado em 31 mar 2016, 20h43

Ontem (30), antecipei neste espaço que hoje o PayPal divulgaria uma ampla pesquisa, em parceria com a consultoria Big Data Corp., sobre o cenário do e-commerce brasileiro. Além de números que comprovaram que esses sites estão mais seguros (leia aqui), essas são algumas das descobertas, resultado da análise de dados de mais de 10,5 milhões de páginas de comércio eletrônico:

– Má notícia para o off-line: 80 000 lojas físicas fecharam no Brasil em 2015;

– Boas novas para as lojas virtuais: em oposição, o comércio eletrônico cresceu 21,52%;

– enquanto o varejo off-line caiu 4,3% no país, o online aumentou 15%, entre o ano passado e este;

92,64% dos sites de e-commerce são de pequeno porte (até 10 mil visitantes por mês), 6,61% são médios (entre 10 mil e 500 mil) e 0,76% são grandes (acima desse teto);

– só que poucos se adaptaram ao mundo mobile, de smartphones e tablets – só 16,12% são desenhados para funcionar adequadamente nesses dispositivos (uma oportunidade perdida por vários, já que se trata de uma modalidade de comércio que cresce 107% ao ano no Brasil);

76% dos sites de comércio eletrônico vendem produtos de menos de 100 reais; 8,7%, de 100 a 500 reais; 3,3%, de 500 a 1 000 reais; e, numa surpresa, 12% se dedicam a itens de mais de 1 000 reais.

Para acompanhar este blog, siga-me no Twitter, em @FilipeVilicic, e no Facebook.

Continua após a publicidade
Publicidade