Do rock ao samba, Rita Lee é um ícone absoluto
Em 1983, VEJA destacava em sua capa uma reportagem sobre a explosão do sucesso da cantora. Mais de 40 anos depois, a rainha do rock é homenageada no Carnaval do Rio
Em maio de 1983, aos 35 anos, Rita Lee, no auge de sua popularidade, foi capa de VEJA em uma extensa reportagem sobre a turnê com seu marido, Roberto de Carvalho, que havia rodado o país em apenas três meses para mais de 500.000 pessoas.
“Com sua turnê, inaugurou a era em que artistas se apresentam apenas para grandes plateias, em ginásios ou estádios”, dizia um trecho, acrescentando que no país apenas Roberto Carlos era capaz de arrastar uma multidão parecida com a dos fãs de Rita.
“Rock, no Brasil, é como futebol. Foi importado, ganhou roupa nova e conquistou o povo”, iniciava a reportagem com uma frase icônica da cantora.
Mais de 40 anos depois, a rainha do rock será destaque na Sapucaí, como padroeira da liberdade na Mocidade Independente de Padre Miguel.
O samba-enredo que a escola de samba carioca escolheu para homenagear Rita Lee no Carnaval de 2026 traz diversas referências a músicas, épocas e estilo da cantora, que foi um ícone da música brasileira, símbolo de liberdade e que lutou por princípios feministas e revolucionários.
A artista morreu em 2023, após dois anos de tratamento contra um câncer de pulmão.
Rita Lee sempre será Rita Lee. Todas as quintas-feiras você, leitor, poderá conferir uma edição do passado no nosso #TBT e ainda consultá-la na íntegra na home do nosso site.







