Bacia de Campos 2.0? A nova exploração da Petrobras
Em 1984, VEJA destacava em sua capa a maior base nacional de produção de petróleo. Pouco mais de 40 anos depois, a petrolífera brasileira recebe um aval polêmico do Ibama para Margem Equatorial
Em 29 de fevereiro de 1984, VEJA destacava em sua capa uma conquista histórica da Petrobras: a exploração na Bacia de Campos, a maior base nacional de produção de petróleo, onde também se encontram as maiores reservas provadas do país. Ela é situada na costa norte do Rio de Janeiro e se estende até o sul do Espírito Santo.
A reportagem mostrava a corrida do petróleo no local, todo o processo de exploração, até mesmo como era a vida dos aquanautas – mergulhadores que se arriscavam no fundo do mar na caça de petróleo.
Pouco mais de 40 anos depois, a petrolífera brasileira recebeu, na segunda-feira, 20 de outubro, autorização para uma nova exploração de grade potencial. O Ibama autorizou a Petrobras a perfurar um poço em águas profundas na região da Foz do Amazonas, localizada na Margem Equatorial.
O aval é exclusivo para pesquisa exploratória. Essa decisão marca uma nova fase da empresa, que mirou na Margem Equatorial com o mesmo espírito de descoberta que na época da Bacia de Campos.
O aval do Ibama, no entanto, tem dividido opiniões. A atividade na Foz do Rio Amazonas é duramente criticada por ambientalistas, enquanto especialistas em petróleo ressaltam sua importância para a produção.
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