30 anos sem Mamonas Assassinas
Em 1996, VEJA destacava em sua capa o trágico acidente aéreo que chocou o Brasil ao pôr fim à trajetória do grupo no auge do sucesso
Há 30 anos, o Brasil parou para chorar uma tragédia: a morte dos integrantes do Mamonas Assassinas.
O sucesso meteórico do grupo foi destaque na capa de VEJA, em 13 de março de 1996, em uma reportagem que relatava como eles estavam no auge do sucesso até o acidente aéreo, que comoveu o país e pôs fim à trajetória.
Os Mamonas Assassinas sempre farão parte do cenário nacional da música e o legado deles permanecerá vivo. Nesta segunda-feira, 2 de março, data em que se completou 30 anos da morte do grupo, as famílias inauguraram um memorial em homenagem aos músicos no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Grande São Paulo.
O espaço receberá cinco jacarandás, representando Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio. Parte das cinzas dos músicos — cremadas após exumação realizada no dia 23 de fevereiro — foi colocada junto às sementes de jacarandá, dentro de urnas individuais. Em seguida, cada urna foi levada para uma incubadora. As urnas ficarão no centro de incubação de 12 a 24 meses, período em que as sementes vão germinar e se tornar mudas de jacarandá.
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