11 de Setembro: a data que mudou o mundo
Um ano após os ataques às Torres Gêmeas, que deixaram quase três mil mortos, VEJA destacava em sua capa um especial com detalhes daquele dia. Vinte e quatro anos depois, as consequências da tragédia ainda são sentidas
Poucos acontecimentos ganham lugar na história com o nome de sua data. No século 21, um que é universalmente conhecido é o 11 de Setembro.
Em 2002, um ano após o atentado que mudou os rumos do mundo, um especial de treze páginas era capa de VEJA, e recapitulava o que aconteceu naquela manhã.
Quatro aviões comerciais americanos foram sequestrados na costa leste do país, a mando da Al Qaeda, de Osama Bin Laden.
Dois deles foram lançados contra as torres gêmeas do World Trade Center. Um atingiu o Pentágono, e outro caiu numa área desabitada da Pensilvânia.
O 11 de Setembro é considerado o ataque com o maior número de mortos da história. E as consequências desse dia são sentidas até hoje.
Ao todo, foram registrados 2.977 mortos no atentado. Já o número de socorristas e sobreviventes que desenvolveram câncer chegou a 48.579, um disparo de 143% nos últimos cinco anos, segundo dados do Programa de Saúde do World Trade Center, obtidos pelo jornal New York Post.
As doenças são atribuídas à exposição a toxinas liberadas durante o colapso das Torres Gêmeas e no aterro sanitário Fresh Kills, e ao envelhecimento da população afetada.
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