Em parceria com VEJA, RedeTV! faz debate eleitoral hoje em BH

Alexandre Kalil, Délio Malheiros, João Leite, Luis Tibé, Marcelo Álvaro Antônio, Reginaldo Lopes, Rodrigo Pacheco e Sargento Rodrigues confirmaram presença

Em parceria com VEJA, portal UOL e Facebook, a RedeTV! realiza nesta sexta-feira, às 22h15, um debate entre os candidatos à prefeitura de Belo Horizonte. Trata-se do segundo debate televisivo da corrida eleitoral na capital mineira – e que terá transmissão ao vivo no site de VEJA.

Confirmaram presença os candidatos Alexandre Kalil (PHS), Délio Malheiros (PSD), João Leite (PSDB), Luis Tibé (PTdoB), Marcelo Álvaro Antônio (PR), Reginaldo Lopes (PT), Rodrigo Pacheco (PMDB) e Sargento Rodrigues (PDT). O encontro será mediado pelas jornalistas Mariana Godoy e Amanda Klein. Por meio da página da emissora no Facebook os eleitores podem enviar perguntas aos candidatos.

A emissora adotou como critério de inclusão no debate os candidatos que apresentam mais de 9% das intenções de voto de acordo com as pesquisas mais recentes registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 25 de agosto, o Supremo Tribunal Federal liberou a participação dos partidos nanicos nos debates a convite das emissoras – até então, a presença de candidatos de siglas com menos de nove parlamentares na Câmara estava condicionada à anuência de dois terços de seus adversários nas eleições municipais.

No debate promovido em São Paulo, o líder nas pesquisas eleitorais, Celso Russomanno (PRB), foi poupado de ataques por Marta Suplicy (PMDB), Fernando Haddad (PT) e João Doria Jr. (PSDB). A estratégia dos três candidatos, que preferiram críticas entre si a ataques a Russomanno, se repetiu em relação ao primeiro debate, na semana passada – e se dá em meio à briga para ver quem disputará o segundo turno com o candidato do PRB. Um dos únicos momentos em que Russomanno foi criticado – e revidou, exaltado – se deu quando Major Olímpio (SD) questionou seus votos alinhados ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff no Congresso. Fora do primeiro debate por seu partido não ter ao menos dez deputados federais na Câmara, Erundina reclamou dos adversários por não terem se manifestado em unanimidade por sua participação no encontro anterior e bateu na tecla da ética, discurso comum entre os candidatos de sua legenda.

Já no Rio, o cenário de instabilidade política do país deu o tom do segundo debate para prefeito. O impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha e divergências partidárias viraram motivo de confrontos acirrados entre os candidatos, que assumiram uma postura mais combativa que a da última transmissão, pela TV Bandeirantes.