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São Paulo e Nova York renovam acordo de promoção turística

Nova York, 22 jun (EFE).- Os escritórios de turismo das cidades de Nova York e São Paulo anunciaram nesta sexta-feira a renovação até 2013 do acordo para a promoção de viagens entre as duas cidades.

O convênio, assinado pela primeira vez em março de 2011, impulsiona intercâmbios entre os dois destinos com o apoio de campanha publicitária, redes sociais e meios de comunicação para impulsionar fluxos turísticos.

De acordo com o comunicado de imprensa conjunto distribuído hoje pelas duas entidades, em 2011, Nova York atraiu 718 mil visitantes brasileiros, em sua maioria de São Paulo.

Com isso, o país sul-americano é segundo mercado que mais envia turistas para a cidade americana. Além disso, a nota destaca que os brasileiros são os que mais gastam em Nova York, US$ 1,620 bilhão em 2011.

No ano passado, a cidade recebeu 50,6 milhões de visitantes, número recorde, que contribuíram à economia da cidade com US$ 32 bilhões em despesas diretas. Diante desses números, o turismo é a quinta maior indústria da cidade, e pretende alcançar 55 milhões de visitantes em 2015.

Ainda segundo o comunicado, os Estados Unidos é o primeiro destino internacional para os brasileiros.

‘Ao ampliar este acordo reafirmamos nosso compromisso de crescer neste setor, e agradecemos ao Turismo de São Paulo e à American Airlines por ser novamente nossos parceiros neste projeto’, disse o presidente e responsável do Escritório de Turismo de Nova York, George Fertitta.

Enquanto isso, o presidente da entidade brasileira de turismo, Marcelo Rehder, afirmou que a parceria é muito importante para São Paulo, pois promove a cidade no cenário internacional.

O escritório de turismo de Nova York tem acordos internacionais similares com outras grandes capitais mundiais como Madri, Londres e Seul, assim como alianças com cidades americanas como Miami, Chicago e Los Angeles para promover o turismo nacional.

Já a entidade turística de São Paulo também possui acordos com outros destinos internacionais, como Madri e Xangai. EFE