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“Meu menino é um guerreiro”

Claudineia Melo, de 28 anos, mãe de Arthur, alvejado por uma bala perdida quando ainda estava no útero

Leia em VEJA desta semana o depoimento de Claudineia Melo, 28 anos, mãe de Arthur, alvejado no Rio de Janeiro por uma bala perdida quando ainda estava no útero. Alguns trechos do seu relato:

“Quando olhei para a perna, já dormente, vi que uma bala tinha afundado na minha pele. Sangrava, sangrava, e aí veio a dor forte na barriga. “Meu filho!”, gritei. Me levaram para o hospital, me deitaram na mesa de parto, e eu ainda me lembro de ter dito: “Salvem meu menino”. Depois apaguei.”

“Se na hora do tiro eu estivesse 1 milímetro para o lado direito, não estaríamos passando por nada disso. Arthur estaria em casa, no quarto que montamos para ele, no berço ainda vazio. Faltavam só três dias para a data prevista para o parto normal. Foi a diferença entre nascer na paz e na guerra.”

“Os médicos não dão previsão de alta ao Arthur. Meu menino é um guerreiro. Ainda estava no útero e já lutava pela sobrevivência.”

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