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Petrobras eleva preço médio do diesel em 3,9% nas refinarias

Novo valor médio é de 2,1474 reais e entrará em vigor a partir de terça-feira; preço da gasolina segue inalterado

Por da Redação - Atualizado em 1 jul 2019, 20h51 - Publicado em 1 jul 2019, 20h19

A Petrobras anunciou um reajuste de 3,9%, ou 0,0810 reais por litro, no preço médio do diesel em suas refinarias a partir de terça-feira, 2. O valor médio do combustível passa a ser de 2,1474 reais por litro. Já o preço da gasolina segue inalterado, conforme informou a estatal em seu site na noite desta segunda-feira, 1°.

Esse é o primeiro aumento no diesel desde 13 de junho, quando a empresa havia reduzido a cotação média em 4,6% e anunciado uma alteração em sua política de preços, que deixou de ter periodicidade definida para os reajustes.

A gasolina, por sua vez, segue com preço médio de 1,7595 real por litro, valor em vigência desde 11 de junho, quando os preços haviam sido reduzidos em 3%.

Para o reajuste de preços, a Petrobras leva em consideração o chamado Preço Paridade Internacional (PPI), influenciado por fatores como câmbio e o preço do barril de petróleo no mercado internacional. A companhia utiliza ainda mecanismos de proteção através de derivativos financeiros para reduzir a frequência dos reajustes. O repasse do preço da gasolina ao consumidor final depende tanto das distribuidoras como dos postos de combustível.

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Mudanças na política de reajustes

Em 2017, os reajustes de preços de combustível pela Petrobras, que eram subsidiados, passaram a ocorrer quase diariamente regidos integralmente pelo mercado internacional. A greve dos caminhoneiros, em maio de 2018, no entanto, fez com que a petroleira criasse uma nova política de subsídios menos intensa que a anterior que durou até o final de 2018. Junto a isso, a partir de setembro do mesmo ano, os reajustes passaram a ser mais espaçados, ocorrendo com até 15 dias de intervalo.

Com o fim da política de subsídio, o ano de 2019 começou com a Petrobras anunciando reajustes em períodos curtos, mas não definidos. Em um mesmo mês, por exemplo, ocorreram cinco alterações nos preços. A partir de março, o modelo mudou novamente e os reajustes passaram a ocorrer em intervalos não menores a 15 dias. A decisão foi revista em junho, quando a Petrobras anunciou que as alterações nos preços dos combustíveis não teriam mais periodicidade definida. Desde então, ocorreram

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