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IPCA sobe 0,48% em setembro puxado pela alta de 10% da tarifa de energia

Fim do impacto positivo do bônus de Itaipu adicionou 7,87 reais por quilowatt/hora consumido ao custo da energia elétrica

Por Márcio Juliboni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 out 2025, 09h26 •
  • O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, apresentou alta de 0,48% em setembro, após a deflação de 0,11% registrada em agosto. No acumulado do ano, o índice já atinge 3,64%, acima do centro da meta de 3% perseguida pelo Banco Central. Já no acumulado de doze meses até setembro, a inflação soma 5,17%, acima do teto de 4,5% da meta.

    O item que mais pesou no bolso dos brasileiros no mês passado foi a tarifa de energia elétrica. Com o fim do efeito positivo do bônus de Itaipu, que reduziu a conta de luz em agosto, as tarifas saltaram 10,31% no mês passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela apuração do IPCA, outra pressão sobre a energia vem da bandeira vermelha em vigor desde 1º de setembro, que adicionou mais 7,87 reais para cada 100 quilowatts/hora consumidos. Com isso, a alta da tarifa de energia contribuiu com 0,41 ponto percentual dos 0,48% da inflação de setembro.

    Entre os nove grupos de despesas acompanhados pelo IBGE, as maiores quedas de preços foram registradas em artigos para residência (-0,40%), alimentação e bebidas (-0,26%) e comunicação (-0,17%). No caso da alimentação, setembro foi o quarto mês consecutivo de queda dos preços. Do lado das altas, o grupo habitação foi a líder com 2,97%, devido ao aumento da conta de luz. Em seguida, vieram os gastos com vestuário (0,63%) e despesas pessoais (0,51%).

     

     

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